Durante 145 minutos tive a certeza de pelo menos um erro fashion envolvendo a mesma designer. O absurdinho de Vivienne Westwood doar para Carrie o vestido usado nas fotos da Vogue Bridal Couture fictícia pelo simples fato de que tenha ficado bem nela é até digerível. Afinal, um dos ingredientes do cinema é a ilusão. Comparando com o erro específico, a cena que mostra um desfile da própria em pela Mercedes-Benz FW (NY), as coisas ficam um tanto intragáveis.
Não sei se as outras moças da maior sala da UCI tiveram minha mesma reação mas certamente repararam quando escancarei a boca e soltei um “COMAAAAAAASIIIIIIIEAAAAM?!”.
Vivienne Westwood? Desde quando a rainha do punk largou a capital francesa? Mesmo se estivessemos lidando com sua segunda linha, a Red Label, continuariamos na estaca zero pois a apresentação ocorre em Londres.
Então não deve ter sido a toa que Vivienne soltou para o IMDb a seguinte declaração: “Pensei que Sex and The City supostamente tratasse sobre algo relacionado à moda, mas não vi nada que fosse interessante ou memorável a esse respeito. Fui na pré-estréia e saí (do cinema) depois de 10 minutos”.
Ooooooooooopsss…







